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Varejo encomenda menos PCs para janeiro, mas previsão é de estabilidade em 2023, diz Abinee

O faturamento da área de informática, que compreende computadores de mesa (desktops), notebooks e tablets, somará R$ 44,5 bilhões neste ano, queda de 5,9% sobre o resultado de 2021 Após um ano de queda nas vendas de computadores, notebooks, tablets e smartphones em 2022, os fabricantes estimam um ano estável em 2023. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Após choro, Bolsonaro vai a outro evento militar e segue sem discursar

A última vez em que o presidente falou diante da imprensa foi em 1º de novembro, no Palácio da Alvorada, ocasião em que não reconheceu o resultado da eleição O presidente Jair Bolsonaro (PL) foi nesta quinta-feira (8) a mais uma cerimônia militar no interior de São Paulo. Como nas demais aparições desde a derrota na eleição, ele não discursou aos militares formandos de aspirantes a oficiais e seus familiares na Academia da Força Aérea, em Pirassununga. O evento teve transmissão do canal oficial do Planalto no Youtube e da TV Brasil. No início da semana, o presidente chorou em frente às câmeras durante solenidade em Brasília. Apesar de parecer emocionado, o mesmo não aconteceu hoje. Ele cumprimentou os cadetes e os familiares deles, e foi ovacionado com gritos de "mito". O único a discursar no evento de hoje foi o comandante da Aeronáutica, Carlos de Almeida Baptista Júnior, que disse que o presidente conversou com os cadetes antes do início da cerimônia, dirigindo "lindas palavras de esperança". O momento do encontro não foi transmitido. O presidente estava acompanhado dos ministros da Defesa e do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), Paulo Sérgio Nogueira e Augusto Heleno, respectivamente. A deputada federal Carla Zambelli (PL-SP) também estava no local. Desde o dia 26 de novembro, Bolsonaro já participou de quatro cerimônias do Exército: uma formatura da Aman (Academia Militar das Agulhas Negras) em Resende (RJ), duas promoções de oficiais em Brasília e, agora, uma formatura de cadetes da Aeronáutica em Pirassununga. Bolsonaro em silêncio após derrota A última vez em que o presidente falou diante da imprensa foi em 1º de novembro, no Palácio da Alvorada, ocasião em que não reconheceu o resultado da eleição e terceirizou para o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP), a autorização para o começo da transição. Na ocasião, estradas federais e estaduais enfrentavam bloqueios de bolsonaristas em atos golpistas. Neste período, o presidente reduziu a frequência de publicações nas redes sociais, e deixou até de fazer lives semanais, hábito que manteve durante todo o mandato. Bolsonaro chegou a passar 20 dias sem aparecer no Palácio do Planalto, seu local de trabalho. Neste intervalo, despachou e recebeu aliados no Alvorada. Bolsonaro em evento de formação de aspirantes da Força Aérea Reprodução/TV Brasil

Relação dívida/PIB deve ficar abaixo de 74% neste ano, aponta Guedes

Ministro anda relembrou números da economia e disse que a atual equipe econômica está em diálogo com o time da transição a respeito do novo arcabouço fiscal A dívida pública deve encerrar este ano no nível abaixo de 74% do Produto Interno Bruto (PIB), disse o ministro da Economia, Paulo Guedes, durante cerimônia de entrega do Prêmio Tesouro de Finanças Públicas. Ficará em “73 e alguma coisa”, disse ou possivelmente menos, já que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) reviu os dados do PIB e o resultado de 2020 mostra uma queda de 3,3%. O ministro ressaltou os resultados da política fiscal. “Pela primeira vez em oito anos, temos superávit primário nos três níveis de governo”, disse. Pela primeira vez, acrescentou, um governo começou com despesas de custeio de 4,3% do PIB e encerra com 3,5%. Guedes apontou ainda outros números. Disse que a taxa de desemprego caiu de 14,9%, no auge da pandemia, para 8,3%, e que o déficit público, após atingir 10,5% do PIB durante a pandemia, “colapsou” para 0,4% no ano seguinte e chegará a um “pequeno superávit” em 2022. “Estamos atentos o tempo inteiro a essas trajetórias futuras e mostramos que a teoria econômica funciona, mesmo em situações de profunda incerteza”, disse. “Controlamos nossa trajetória de despesas, mesmo as que surgiram abruptamente.” Guedes ainda opinou que, qualquer recuo nos passos dados pela atual equipe econômica “é um erro técnico e vai cobrar um preço”. Ele afirmou que, durante o governo atual, a economia brasileira mudou seu regime e por isso tantos economistas erraram suas previsões de crescimento. Segundo ele, a economia, que girava em torno da capacidade de investimento do setor público, passou a ser liderada pelo investimento privado. O ministro ressaltou que há R$ 978 bilhões em investimentos privados contratados nas concessões e desestatizações. Além disso, o governo arrecadou R$ 170 bilhões em taxas de outorga. A taxa de formação bruta de capital fixo se aproxima dos 20% do PIB. Ele apontou ainda avanço numa “reforma administrativa invisível”, ao não repor totalmente os 40 mil servidores que se aposentaram, com aumento da digitalização de serviços. Mencionou ainda os primeiros passos da reforma tributária, com a redução de impostos indiretos (como o corte nas alíquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados). “Ao não corrigir tabela, deixamos a tributação sobre a renda subir”, disse. São alterações que vão na linha da tendência mundial. O Brasil busca alinhamento com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), disse. Novo arcabouço fiscal A atual equipe econômica está em diálogo com o time da transição a respeito do novo arcabouço fiscal, disse Guedes. Ele esteve pela manhã com o ex-ministro Fernando Haddad, cotado para ocupar o futuro Ministério da Economia. “Já estamos conversando com a transição mostrando que há aperfeiçoamentos, vamos seguir aperfeiçoando”, comentou. “Houve confusão da meta, a sustentabilidade fiscal, com a variável de controle que é o teto, e isso será corrigido.” Guedes voltou a afirmar que o teto de gastos é uma ferramenta mal construída e disse que a equipe do Tesouro Nacional fez proposta de aperfeiçoamento. A Secretaria de Política Econômica (SPE), igualmente do Ministério da Economia, também elabora uma proposta. “Queremos sustentabilidade fiscal, tem mais a ver com dívida/PIB do que com teto”, afirmou. Ele comentou que esteve por 16 vezes no Congresso Nacional para explicar “cada bilhão” de “furo” no teto de gastos. “Explicamos cada vez que furamos.” Guedes Cristiano Mariz/Agência Globo

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