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Deterioração dos cenários econômico e político já atrapalha captações para rolagem de dívida, diz executivo do setor elétrico

Segundo ele, segmentos de infraestrutura e energia, mais blindados a volatilidades conjunturais, vão sofrer no curto prazo com o aumento do custo de capital A crise gerada pelas manobras para driblar o teto de gastos já está atrapalhando o fluxo de captações para rolagem de dívida, relata executivo do setor elétrico, que preferiu não se identificar. "Estamos tendo que evitar [captações que estavam programadas], o que der para adiar, vamos adiar", afirma. Para ele, os setores de infraestrutura e energia, normalmente mais blindados a volatilidades conjunturais, vão sofrer no curto prazo com o aumento do custo de capital devido à piora do cenário macroeconômico e político. Entretanto, ele diz não acreditar, ainda, na postergação ou adiamento de grandes projetos de infraestrutura, considerados essenciais e prioritários ao país. Na visão desse executivo, a intenção do governo de direcionar mais recursos para o Auxílio Brasil, o sucessor do Bolsa Família, é legítima, mas não deve ser implementada às custas das regras fiscais, já que isso só tenderá a retroalimentar a crise. "O teto de gastos serve justamente para o governo ter que fazer escolhas. Fazer [o auxílio] criando artifícios, na minha visão, terá o efeito inverso".

Commodities: Açúcar acompanha petróleo e fecha em alta em NY

Algodão, cacau e suco de laranja também avançaram; café recuou na sessão Apoiado na valorização do petróleo, o açúcar “ignorou” a queda do real em relação ao dólar e fechou em alta na bolsa de Nova York nesta sexta-feira. Os contratos do demerara para março, que são hoje os mais líquidos, avançaram 0,74%, a 19,08 centavos de dólar por libra-peso. Já os papéis de segunda posição, para maio, subiram 0,6%, a 18,74 centavos de dólar por libra-peso. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Laboratório chinês CanSino retoma conversas com Anvisa sobre imunizante contra covid-19

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, “a empresa indicou que pretende fazer a submissão de uso emergencial da vacina no Brasil em breve”. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) retomou as conversas para a análise da vacina chinesa de dose única Convidecia, contra a covid-19, do laboratório CanSino. A empresa trocou de representante no Brasil, que agora é o laboratório Biomm. As tratativas foram interrompidas após os chineses encerrarem a parceria com a Belcher Farmacêutica, empresa paranaense ligada ao líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP-PR). À época, os asiáticos alegaram “questões de compliance” para rescindirem o contrato e disseram que estavam em busca de um parceiro “confiável” para representá-los no Brasil. Vacina Convidecia, laboratório chinês CanSino: segundo a Anvisa, empresa indicou que deve fazer submissão de uso emergencial em breve Marco Ugarte/AP Barros, que admitiu ligações com os donos da Belcher, chegou a culpar a CPI da Covid pelo encerramento do contrato. Disse, ainda, que os chineses haviam desistido de vender a vacina no Brasil, o que foi desmentido à época e confirmado agora. Durante a reunião com a Anvisa, nesta sexta-feira (22), os representantes do laboratório Biomm apresentaram dados sobre o desenvolvimento da vacina e os estudos clínicos realizados em outros países e ainda em condução. Segundo a Anvisa, “a empresa indicou que pretende fazer a submissão de uso emergencial da vacina no Brasil em breve”.

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