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Ações de empresa digital de Trump mais que dobram de valor em NY

Movimentação da DWAC incentivou a oscilação de outras ações “meme”, como a Phunware As ações da Digital World Acquisition (DWAC) mais que dobraram de valor nesta sexta-feira e terminaram a sessão cotadas a US$ 94,20 na Nasdaq, em Nova York, com alta de 107,03%. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

‘Bitcoin é o ouro digital’, diz CEO da MicroStrategy

Em live no Valor Investe, Michael Saylor explicou a aposta da empresa em bitcoin; para CEO do 2TM, controlador do Mercado Bitcoin, movimento despertou interesse de companhias brasileiras por cripto “Bitcoin é o ouro digital. E está mais do que claro que o ouro digital é uma ideia melhor do que ouro propriamente”. É assim que Michael Saylor, CEO da MicroStrategy e um dos porta-vozes da economia digital, definiu a criptomoeda de maior valor de mercado do mundo durante live realizada pelo Valor Investe e que também teve a participação de Roberto Dagnoni, CEO do Grupo 2TM, controlador do Mercado Bitcoin. A frase aponta por que em agosto de 2020 a MicroStrategy, fornecedora americana de sistemas de gestão e ferramentas de análise de dados, decidiu aplicar metade do caixa de US$ 500 milhões da empresa em bitcoin. Uma estratégia que não parou aí. Após sucessivos aportes, todo o recurso foi usado para comprar o ativo. O resultado? “Passamos de um caixa de US$ 500 milhões para uma tesouraria com US$ 5 bilhões”, disse Saylor. Além disso, o executivo lembrou que o sucesso da estratégia teve um forte impacto nas ações da empresa, que passaram a valer cinco vezes mais. Saylor explicou que a empresa decidiu investir em bitcoins porque havia a possibilidade de o caixa da empresa se desvalorizar 20% ao ano e, praticamente, desaparecer em quatro anos se nada fosse feito. Antes de comprar bitcoins, a MicroStrategy avaliou investimentos como imóveis, ações, obras de arte e até equipes esportivas, de acordo com o executivo. “Nós tivemos a escolha de investir US$ 500 milhões em bitcoins ou em US$ 500 milhões em ouro. Se nós tivéssemos investido US$ 500 milhões em ouro, nós teríamos US$ 450 milhões em ativos hoje, em vez dos US$ 5 bilhões que temos”, disse o fundador da MicroStrategy. Na avaliação de Saylor, o bitcoin é um ativo único: “nenhum outro bem será feito 21 milhões de vezes apenas.” E, por não ser um valor mobiliário, como ações ou derivativos, as empresas abertas americanas podem comprar o quanto quiserem de bitcoins, ouro ou mesmo madeira. Já no caso de ações, por exemplo, a legislação do país limita as empresas a investirem até 40% do seu caixa nesse tipo de ativo. Estratégia de saída Quando decidiu investir em bitcoins, a MicroStrategy desenhou uma estratégia de saída para os acionistas que ficassem descontentes. Enquanto a metade do caixa foi direcionada para a compra de bitcoins, a outra metade foi usada num programa de recompra de ações. Nas palavras de Saylor, empresas de capital aberto não devem surpreender os acionistas ao fazer um movimento estratégico muito grande como foi o da MicroStrategy. “Nós oferecemos para todos os acionistas a opção de vender as ações com um lucro ou manter a posição para participar da estratégia. A ação da empresa estava sendo negociada a US$ 120. Se eles não quisessem correr o risco de ser acionista de uma empresa que mantinha bitcoins no balanço, eles poderiam vender as ações por US$ 140 cada”, explicou Saylor. Os acionistas tiveram 20 dias para refletir sobre a oferta. No fim, a MicroStrategy gastou US$ 60 milhões no programa de recompra de ações. Outros acionistas aproveitaram que a ação da empresa se valorizou por conta da oferta e venderem suas posições no próprio mercado por US$ 145, US$ 150 cada, segundo Saylor. Embora o Brasil esteja um pouco atrasado em relação aos Estados Unidos, os movimentos da MicroStrategy e também da Tesla despertaram o interesse sobre o assunto por parte das grandes empresas brasileiras, explicou o CEO do 2TM. De acordo com Dagnoni, várias dessas empresas já procuraram o Mercado Bitcoin, que é a maior exchange de criptomoedas da América Latina, para entender esse mercado. “Os diretores financeiros, as tesourarias e mesmo os family offices estão passando por um processo de educação para entender o bitcoin, como comprar, se eles deveriam fazer uma composição entre bitcoin e ethereum’’, explicou Dagnoni. “No Brasil, nós já temos empresas investindo em cripto, mas elas ainda não divulgaram a posição delas.” Para além das empresas Saylor não defende que apenas empresas invistam em bitcoins. Para ele, as pessoas também deveriam aportar economias no criptoativo mais conhecido do mundo na hora de construir o patrimônio familiar, por conta da praticidade, do baixo custo e porque “é o modo mais seguro para conservar riqueza” se comparado a imóveis ou ações, por exemplo. Segundo ele, para investir em bitcoin, tudo o que o investidor precisa é de um telefone celular, que serve ainda para controlar as chaves. “Você não precisa se preocupar se outra pessoa irá construir um prédio em frente ao seu prédio e diminuir o valor do seu apartamento. Você não precisa se preocupar se um político irá desapropriar o seu apartamento, ou aprovar uma lei que tornará ilegal alugar o imóvel, ou colocar um teto sobre o valor desse aluguel. Você não precisa se preocupar quando você viaja ou quando muda de cidade. O bitcoin é algo que você pode levar contigo”, analisou Saylor. Uma vantagem que os brasileiros têm é o grande interesse por tecnologia. De acordo com o CEO do 2TM, os investidores de criptomoedas incluem os mais diferentes perfis, desde “criptocuriosos” até traders arrojados. E a pandemia acelerou a adoção de criptos pelos brasileiros. “Levamos cinco anos para chegar a um milhão de clientes e, em menos de 10 meses, passamos de 2 para 3 milhões”, apontou Dagnoni. Ao concluir sua participação na Live, Saylor afirmou que comprar bitcoin é uma necessidade macroeconômica, técnica e prática. “Você quer comprar bitcoin porque você quer salvar o mundo, ou porque você acredita que a tecnologia transformará o mundo ou você comprará simplesmente porque não quer perder o seu dinheiro”, explicou Saylor. Ao mesmo tempo, Dagnoni apontou também a blockchain como uma revolução para infraestrutura do mercado financeiro, ao trazer liquidez “24 horas por dia, sete dias por semana”, além de democratizar o acesso a investimentos. “Vai mudar nossa vida completamente.”

Lira divulga pauta da Câmara com Precatórios, mas sem tratar da PEC do Ministério Público e da empresa offshore de Guedes

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), divulgou a pauta de plenário para a próxima semana com inclusão da proposta de emenda constitucional (PEC) dos Precatórios, que também modifica o teto de gastos (regra que proíbe o crescimento das despesas do governo federal acima da inflação), e sem marcar a audiência pública para que o ministro da Economia, Paulo Guedes, se explique sobre sua offshore. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

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