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Situação da economia americana é um enigma

Os mercados financeiros tiveram um começo de 2023 empolgante. Ações, títulos e até bitcoins se recuperaram em janeiro. Os mercados emergentes, evitados durante a pandemia, também receberam grandes entradas. O apetite pelos ativos de maior risco girava em torno da expectativa de um “pouso suave” da economia dos EUA, isto é, uma redução rápida da inflação sem uma recessão. Os investidores voltaram à dura realidade na sexta-feira, quando saíram dados fortes de emprego nos EUA, o que eleva a possibilidade de que a inflação seja mais persistente do que o esperado e de que o Fed (o banco central americano) continue a elevar as taxas de juro por mais tempo. Os investidores estão confusos. Até que haja uma narrativa clara sobre como a economia americana se sairá, os mercados continuarão voláteis. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Curtas

Inflação cai na OCDE A inflação nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento (OCDE) em dezembro caiu para o patamar mais baixo desde abril de 2022, indicando que as maiores economias do mundo conseguiram domar a inflação crescente causada pela alta nos preços de energia. Segundo relatório divulgado ontem, a taxa anual de inflação na OCDE em dezembro caiu para 9,4%, abaixo do pico registrado em outubro, que foi de 10,8%. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Uma longa ata do BC sobre os riscos inflacionários

Lula desmoraliza a autoridade monetária, sem definir qual será sua política fiscal Em uma de suas mais longas atas dos últimos quatro anos - 2.896 palavras em 36 parágrafos -, o Banco Central indica que a inflação de longo prazo está se afastando das metas e não há formas de reverter isso sem que os juros fiquem no atual alto nível por mais tempo ou, se necessário, que subam ainda mais. Diante de um bombardeio contra os juros e a independência do BC, comandado pelo próprio presidente da República, a autoridade monetária detalhou muito mais seu diagnóstico. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad considerou a ata “mais amigável” que o comunicado do Copom, enquanto a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, mais interessada em propaganda, preferiu atacar os “juros criminosos”. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

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