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Ibovespa segue Nova York e opera em alta

Dados econômicos dos EUA atraem as atenções dos agentes financeiros assim como o andamento da situação na Petrobras O Ibovespa tenta firmar tendência de alta nesta quinta-feira, se apoiando em novo início de sessão positivo em Nova York. Globalmente, investidores analisam novos dados de atividade nos Estados Unidos. Em sua segunda leitura, o Produto Interno Bruto (PIB) americano para o primeiro trimestre de 2022 recuou 1,5% em base anualizada, pior que o consenso que apontava tombo de 1,3%. Já o núcleo do Índice de Preços para Gastos de Consumo Pessoal (PCE) avançou 5,1%. Às 10h55, o Ibovespa registrava alta de 0,80%, aos 111.467 pontos, tocando sua máxima intradiária. Lá fora, o S&P 500 abriu em alta de 1,18%, Dow Jones subia 1,16% e Nasdaq recuperava 1,32%, enquanto o Stoxx 600 apresentava recuperação de 0,52%. O futuro do petróleo Brent estava na casa de US$ 112, impulsionado pela queda maior que o esperado nos estoques americanos da commodity antes do pico da temporada de consumo nos EUA, durante as férias de verão. Investidores monitoram ainda as negociações na Europa em relação à proibição ao petróleo russo. 3R Petroleum ON subia 3,78% e PetroRio ON ganhava 2,77%. Petrobras ON e PN cresciam 0,85% e 1,44%. O conselho de administração da estatal não deliberou sobre a convocação da assembleia que vai eleger o novo colegiado da companhia. Os conselheiros não puderam deliberar sobre a AGE porque não receberam da União, controladora da empresa, a lista completa dos candidatos ao conselho. Ainda entre as “blue chips”, o setor financeiro testava recuperação após sessão de queda ontem. Itaú PN subia 0,89%, Banco do Brasil ON registrava elevação de 0,32%, Santander units ganhava 0,06% e Bradesco PN operava estável. CSN ON avançava 1,15%, Usiminas PNA tinha valorização de 1,20% e Gerdau PN aumentava 0,93%. Vale ON cedia 0,17%. Reprodução / Facebook

Santander oferece 5.000 bolsas de estudos na área de negócios

On-line e feito em parceria com Harvard, programa é voltado para fundamentos de negócios, preparação para início de carreira e autogestão O Santander anunciou a oferta de cinco mil bolsas de estudos em parceria com a Universidade Harvard. As oportunidades são válidas para três diferentes cursos: fundamentos de negócios, preparação para início de carreira e autogestão. Ford Fellowship oferece bolsa de US$ 1,5 mil em formação de líderes para o terceiro setor Habilidades digitais: startup oferece 10 bolsas de estudo para quem quer mudar de carreira SEDA College oferece 200 bolsas de estudo para aprender inglês na Irlanda Os candidatos devem ter 18 anos completos no momento da inscrição, que deve ser feita até o dia 28 de setembro pelo site. Candidatos a bolsa de estudos devem ter 18 anos completos no momento da inscrição Pexels Todos os cursos são on-line e têm duração de nove semanas. Ao final, os participantes receberão um certificado de conclusão emitido pela Harvard Business Publishing. Empregos & Oportunidades: notícias sobre vagas, bolsas de estudo, programas de capacitação, tendências para a sua carreira e inovações no mundo do trabalho

Remédios do Cade na operação entre Carrefour e Grupo Big vêm dentro do esperado, diz Citi

O banco americano destaca que apesar da complexidade do negócio, o Carrefour Brasil conseguiu aval da entidade para completar a operação sem ter que antes vender as lojas alvo dos remédios Os remédios determinados pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) na compra do Grupo Big pelo Carrefour Brasil vieram dentro do esperado pela empresa, diz o Citi, que não vê modificação da previsão de R$ 2 bilhões em sinergias com a operação. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Estrangeiros aportam R$ 1,06 bilhão na Bolsa em 24 de maio

Superávit dessa classe de investidor no ano vai para R$ 47,17 bilhões Os investidores estrangeiros aportaram R$ 1,06 bilhão em recursos no segmento secundário da B3 (ações já listadas) no dia 24 de maio, quando o Ibovespa subiu 0,21%. O saldo anual é positivo em R$ 47,17 bilhões. Em maio, o grupo sacou R$ 10,47 bilhões. Também no dia 24 de maio, o investidor individual aportou R$ 297 milhões líquidos na B3, reduzindo o déficit anual para R$ 4,19 bilhões e ampliando seu superávit mensal para R$ 2,38 bilhões. E o investidor institucional retirou R$ 1,48 bilhão no mesmo dia, reduzindo para R$ 5,60 bilhões os aportes no mês e aumentando seu rombo em 2022 para R$ 57,91 bilhões. As informações foram divulgadas pela B3. Pixabay

Reguladores internacionais caminham para normas abrangentes sobre ESG, diz pesquisa da CVM e do IBGC

O trabalho envolveu pesquisa com investidores e companhias abertas locais, além de analisar o avanço da regulação internacional Enquanto a falta de padronização e confiança nas informações divulgadas estão no foco de preocupações dos investidores quanto às práticas ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês), reguladores internacionais caminham para normas mais abrangente sobre o tema, segundo uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) O foco regulatório tem sido as mudanças climáticas e as principais preocupações dos reguladores e participantes do mercado giram em torno do greenwashing. As primeiras irregularidades começam a ser punidas, ainda que de forma incipiente. Recentemente, a Securities and Exchange Commission (SEC, a comissão de valores mobiliários dos EUA) aceitou um acordo de US$ 1,5 milhão com o BNY Mellon Investment Adviser. Os investimentos sustentáveis globais atingiram US$ 35,3 trilhões, considerando Austrália, Canadá, Europa, Estados Unidos e Japão. O volume representa aumento de 15% em dois anos, entre 2018 e 2020. LEIA TAMBÉM O que é o mercado de carbono e como ele funciona? Entenda o que é ESG e por que a sigla é importante para as empresas O estudo foi realizado pela Assessoria de Análise Econômica e Gestão de Riscos (ASA) da autarquia, com a colaboração do IBGC. O trabalho envolveu pesquisa com investidores e companhias abertas locais, além de analisar o avanço da regulação internacional. Reguladores do mercado de valores mobiliários na Austrália, Canadá, Estados Unidos e Reino Unido colaboraram com dados. Nos reguladores pesquisados, a movimentação rumo a maior obrigatoriedade de relato ESG é evidente, diz o estudo. Nos Estados Unidos, a partir de 2022, empresas listadas na Nasdaq devem publicar informações relativas à diversidade no conselho. Os próximos meses devem indicar o caminho escolhido pelos agentes americanos, especialmente a SEC. A União Europeia busca exercer um papel de liderança internacional quanto à temática de finanças sustentáveis e relato de fatores ESG, em um esforço nesse longa data, que ganhou ainda mais força ao longo dos últimos anos. O Reino Unido também se destaca com ações mais robustas, principalmente em relação às mudanças climáticas, além do compromisso com o desenvolvimento de uma Taxonomia Verde. No Brasil, a CVM vai passar a exigir mais informações ESG das companhias a partir de 2023, com as mudanças feitas na resolução 59, que ditam as regras do formulário de referência. Além disso, os fundos de investimentos “verdes” serão regulados oficialmente pela autarquia e há chances de a norma ser destinada a toda a indústria, conforme já noticiado pelo Valor. O documento divulgado hoje pela CVM aponta que estudos mostram que as informações dos fatores ESG trazem benefícios aos investidores porque estão integradas a questões economicamente significativas. A divulgação dos dados está associada a menores restrições financeiras), menores custos de capital, menores erros de previsão dos analistas e a movimentos de preços de ações em torno de regulações desse tipo de divulgação. LEIA TAMBÉM Riscos climáticos precisam de parâmetros para melhor ambiente de negócio Em relação a divulgação de informações ESG, as empresas listadas são mais propensas a relatar mais extensivamente sobre questões de sustentabilidade devido a pressões do mercado. Há também o objetivo estratégico de diminuir as assimetrias de informação na condução dos negócios, dissipando as dúvidas sobre sua legitimidade social. "O vínculo positivo entre a divulgação ASG e o desempenho da empresa, conforme indicado por vários estudos, é fortalecido ainda mais, especificamente em termos de desempenho de risco", afirma o levantamento. CVM: estudos mostram que as informações dos fatores ESG trazem benefícios aos investidores Pixabay

China supera Japão como 'parceiro importante' para países do Sudeste Asiático, diz pesquisa

Quando perguntados sobre qual das 20 principais economias será um "parceiro importante no futuro", 48% dos entrevistados escolheram a China, enquanto 43% escolheram o Japão A China é vista como um parceiro importante para o futuro pela maior parte dos entrevistados em uma pesquisa no Sudeste Asiático, tirando o Japão do primeiro lugar. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Arrecadação federal soma R$ 195 bi em abril, alta de 10,94% e melhor resultado para o mês desde 1995

Segundo a Receita Federal, recolhimento no ano atingiu a marca de R$ 743,217 bilhões, elevação real de 11,05% em relação ao mesmo período de 2021 A arrecadação federal de impostos registrou alta real de 10,94% em abril na comparação com o mesmo mês do ano passado, chegando a R$ 195,085 bilhões. Com o desempenho do mês passado, o recolhimento no ano atingiu a marca de R$ 743,217 bilhões, elevação real de 11,05% em relação ao mesmo período de 2021. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (26) pela Receita Federal do Brasil (RFB). Na série atualizada pela inflação, o resultado da arrecadação federal no mês de abril é o melhor para o mês na série histórica, iniciada em 1995. O resultado acumulado de janeiro a abril é igualmente o maior já registrado para o período. Sem correção inflacionária, a arrecadação mostrou alta de 24,40% em abril contra o mesmo mês do ano passado, quando somou R$ 156,822 bilhões (valor corrente). Considerando somente as receitas administradas pela RFB, houve elevação real de 7,36% no mês passado, na comparação com o mesmo mês em 2021, somando R$ 172,026 bilhões. A alta nominal ficaria em 20,39%. No ano, as receitas administradas somaram R$ 691,378 bilhões, acréscimo real de 8,48% e alta nominal de 20,45% Já a receita própria de outros órgãos federais (onde estão os dados de royalties de petróleo, por exemplo) foi de R$ 23,059 bilhões no mês passado, aumento real de 47,63% na comparação com o mesmo mês de 2021. Em termos nominais, essas receitas subiram 65,54% em abril em relação ao mesmo mês de 2021. No ano, a receita própria de outros órgãos somou R$ 51,839 bilhões, o que corresponde a aumento real de 62,39% ante o mesmo período de 2021. Entre os fatores que mais influenciaram o desempenho da arrecadação federal em abril, na comparação com abril de 2021, a Receita destaca os principais indicadores macroeconômicos e o crescimento real de 21,5% do IRPJ/CSLL, puxado pelos recolhimentos com base na estimativa mensal do tributo. Também houve impacto do aumento real nos recolhimentos do IOF, de 32,5%, especialmente nas operações de crédito e em títulos ou valores mobiliários. Houve ainda crescimento real de 61,9% na arrecadação do IRRF – Capital, em função do aumento dos rendimentos dos fundos e títulos de renda fixa. Pelo lado negativo, pesaram as reduções das alíquotas do IPI e do PIS e Cofins sobre combustíveis. Marcelo Camargo/Agência Brasil Desoneração O governo federal deixou de arrecadar R$ 29,492 bilhões nos quatro primeiros meses deste ano por causa de desonerações tributárias, segundo a Receita. Em 2021, o governo federal abriu mão de R$ 24,482 bilhões no mesmo período. Apenas em abril deste ano, as desonerações somaram R$ 10,160 bilhões. No acumulado de 2022, as fontes de renúncia do governo federal somaram: R$ 2,707 bilhões com folha de salários, R$ 1,017 bilhão com planos de saúde, R$ 1,004 bilhão com participação nos lucros e resultados (PLR), R$ 720 milhões com depreciação acelerada de bens de capital, R$ 705 milhões com Rota 2030, R$ 653 milhões com Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) de transportadores e outros, nos quais entram renúncias com o Simples e microempreendedores individuais, com R$ 22,686 bilhões. Receitas administradas Desconsiderando fatores atípicos e aqueles decorrentes de alteração legal, as receitas administradas diretamente pela Receita Federal atingiriam R$ 172,726 bilhões em abril. O dado efetivo foi R$ 172,026 bilhões. Nessa conta, a Receita considerou uma arrecadação atípica de R$ 3 bilhões em Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). Por outro lado, a arrecadação do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) ficou R$ 2 bilhões menor, devido ao corte nas alíquotas. As receitas de PIS/Cofins sofreram impacto de R$ 1,7 bilhão devido à desoneração dos combustíveis. Esses dados explicam a diferença de R$ 700 milhões entre o resultado observado e aquele que seria atingido sem os fatores não recorrentes.

JetBlue espera alcançar topo ou superar metas de receita no 2º trimestre

De acordo com a JetBlue, a previsão de custo médio dos combustíveis também aumentou, de US$ 3,79 para US$ 4,08 por galão A JetBlue anunciou nesta quinta-feira que espera alcançar a parte de cima das suas metas de receitas e expansão na capacidade do segundo trimestre, com 98% dos voos programados para maio a caminho de serem completados. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Compass prevê investimento de R$ 1,6 bilhão a R$ 1,8 bilhão em 2022

Sobre a abertura do mercado livre de gás natural, o presidente da Compass disse que ela foi postergada por conta da volatilidade provocada pela guerra na Ucrânia, porém, a projeção segue positiva A Compass, empresa de gás e energia do grupo Cosan, planeja investir de R$ 1,6 bilhão a R$ 1,8 bilhão neste ano, um avanço em relação a R$ 1,4 bilhão no ano passado. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Dólar comercial ronda a estabilidade com cena externa no radar

Juros futuros, por sua vez, operam sem direção única As taxas dos juros futuros operam entre altas e baixas no pregão desta quinta-feira, com os investidores avaliando a aprovação na Câmara do projeto de lei que limita a cobrança de ICMS em produtos como combustíveis e energia elétrica. A oscilação contida nos ativos financeiros nos mercados globais hoje também ajuda a manter os ativos locais em patamares próximos à estabilidade. Perto de 10h30, o dólar comercial subia 0,08%, para R$ 4,8238, após máxima em R$ 4,8424. No mercado de juros, no mesmo horário, a taxa do contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2023 recuava a 13,385%, de 13,42% do ajuste anterior; a do DI para janeiro de 2024 marcava 12,97%, de 12,91%; a do DI para janeiro de 2025 marcava a 12,23%, de 12,28%; e a do DI para janeiro de 2027 estava a 12,07%, de 12,09%. Conforme antecipado por boa parte dos investidores, a Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, por 403 votos a 10, o texto-base do projeto de lei que corta o ICMS sobre combustíveis, energia elétrica, gás natural, comunicações e transporte coletivo. A tramitação do projeto no Senado, que é mais próximo aos governos estaduais, ainda é considerada desafiadora pelos participantes do mercado e pode provocar maior oscilação nos preços dos ativos, caso venha a ser aprovada. Assim como na sessão do dia anterior, a medida é refletida no mercado de juros por uma queda nas taxas dos vencimentos curtos e alguma pressão nos vértices mais longos. “O que parecia ser um dia mais calmo foi se tensionando ao longo do dia, com investidores discutindo quais seriam os impactos da medida do ICMS no cenário fiscal, sem ainda uma contrapartida clara para a renúncia de arrecadação. Dito isso, vimos um movimento de ‘steepening’ [inclinação] com os vértices mais longos abrindo acima de 10 pontos-base”, afirma o operador de renda fixa da Renascença, Luis Felipe Laudisio. Nos Estados Unidos, o número de pedidos iniciais de seguro-desemprego caiu em 8 mil na última semana, em relação ao período anterior, chegando a 210 mil pedidos, conforme informou o Departamento de Trabalho dos Estados Unidos. O número veio abaixo dos 215 mil pedidos projetados por alguns economistas. “O declínio consistente nas reivindicações contínuas também adiciona credibilidade ao argumento de que o mercado de trabalho está muito apertado”, afirma Thomas Simmons, economista de mercados monetários da Jefferies. Já o Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos caiu 1,5% no primeiro trimestre deste ano, na taxa anualizada, conforme a segunda estimativa do dado divulgada hoje. A queda foi maior que a indicada na leitura preliminar para o período, de 1,4%, e também veio pior que a previsão de analistas consultados pelo The Wall Street Journal (WSJ), que previam queda de 1,3% da economia americana.

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26/05/2022 - 11:05
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