Rio, a capital mundial da energia


Pela primeira vez no Boulevard Olímpico, a Rio Oil & Gas, em sua 20ª edição, promove discussões técnicas e debates sobre inovação, inclusão e meio ambiente Mais de 51 mil metros quadrados da região portuária serão ocupados pela exposição e receberão um público estimado de 40 mil pessoas
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As atenções do mercado mundial de óleo e gás estarão voltadas para o Rio de Janeiro entre os dias 26 e 29 de setembro. A Rio Oil & Gas 2022 trará para o centro dos debates abordagens técnicas de alto nível sobre pesquisas e tendências do setor e um diálogo franco sobre os rumos da produção e do consumo de energia no planeta.
Pela primeira vez, o maior evento de óleo e gás da América Latina, em sua 20ª edição, acontecerá no Boulevard Olímpico, marco da transformação da Zona Portuária realizada para receber os Jogos de 2016.
“Vamos trazer à Rio Oil & Gas a mensagem de resiliência do setor, de retomada, focando o Rio de Janeiro como capital mundial da energia naquela semana”, afirma o presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Roberto Ardenghy.
O lema da Rio Oil & Gas, “Energia para um mundo em transformação”, reflete o momento em que o planeta busca a redução da emissão de gases do efeito estufa e a transição energética entrou para a agenda global. A migração da energia de combustíveis fósseis, como o petróleo, para fontes alternativas é, no entanto, um processo longo e de alto custo.
Graças às inovações tecnológicas, a energia alternativa avança, mas responde por apenas 5% da oferta de energia no mundo.
“A grande sacada do futuro do setor, que a gente defende na Rio Oil & Gas, é que você só consegue fazer essa passagem se pensar em uma atitude transformadora, de inovação, de tecnologia e de inclusão, que evite a pobreza energética. Só na África, hoje, 500 milhões de pessoas não têm acesso a nenhuma energia. Como garantir energia barata, segura, acessível e confiável? Não se pode imaginar um mundo que possa prescindir da energia do óleo e do gás natural. Mas esse óleo e esse gás natural têm que ser cada vez mais descarbonizados. O Brasil é um modelo para isso. Nós temos hoje um dos petróleos mais descarbonizados do mundo”, observa Ardenghy.
O presidente do IBP destaca que, até 2030, o país deve aumentar a produção de petróleo de 2,7 milhões de barris por dia para 5,2 milhões e a produção de gás natural de 100 para 200 milhões de metros cúbicos por dia.

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