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Pela 1ª vez desde 20 de janeiro, Brasil tem média móvel de mortes por covid-19 menor que 1.000

Os números são do levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa O Brasil registrou 925 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, apontou o levantamento feito pelo consórcio de veículos de imprensa junto às secretarias estaduais de Saúde do país, neste sábado. Com isso, o total de óbitos provocados pelo novo coronavírus subiu para 556.437. LEIA MAIS: Vacina Pfizer: Eficácia, reações mais comuns e outros dados importantes Vacina Astrazeneca: Eficácia, reações mais comuns e outros dados importantes Covid, gripe ou resfriado? Veja a diferença entre sintomas das doenças respiratórias A média móvel de mortes nos últimos sete dias foi de 991 por dia – a menor desde 20 de janeiro, quando estava em 983 –, um recuo de 20% em relação aos óbitos registrados em 14 dias. Desde aquela data, essa é a primeira vez que a média de mortes por covid-19 no Brasil cai para abaixo de 1.000 óbitos, segundo o consórcio de veículos de imprensa. Jefferson Bernardes/AP De acordo com o balanço de hoje, fechado às 20h, foram registrados 35.541 novos casos da doença de ontem pra hoje, elevando o total de infectados por covid-19 para 19.914.578. A média móvel de casos nos últimos sete dias foi de 35.382 por dia, uma queda de 14% em relação aos casos registrados em 14 dias. Entretanto, neste sábado, Rondônia não atualizou o número de casos e mortes. Mais de 100 milhões receberam 1ª dose de vacina A primeira dose da vacina contra covid-19 foi aplicada em 100.677.686 pessoas em todos os estados e no Distrito Federal, o equivalente a 47,54% da população brasileira, de acordo com dados apurados neste sábado pelo consórcio de veículos de imprensa. De acordo com o levantamento, fechado às 20h, 19,55% da população brasileira está totalmente imunizada contra a covid-19. No total, 41.403.032 pessoas já receberam a segunda dose da vacina ou o imunizante em dose única. Os dados divulgados pelo consórcio de imprensa foram obtidos após uma parceria inédita entre “G1”, “O Globo”, “Extra”, “O Estado de S.Paulo”, “Folha de S.Paulo” e “UOL”, que passaram a trabalhar de forma colaborativa desde o dia 8 de junho de 2020 para reunir as informações necessárias nos 26 estados e no Distrito Federal.

FHC declara voto em Doria à Presidência depois de mal-estar por encontro com Lula

Sinalização ocorreu meses após o almoço com o pré-candidato do PT O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) declarou publicamente neste sábado voto no governador de São Paulo e colega de partido, João Doria, para a Presidência da República em 2022. A sinalização ocorreu meses após o almoço de FHC com o pré-candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva. LEIA MAIS: “Não haverá cristianização”, acredita Doria Sérgio Abranches: “Nosso modelo político não está dando certo” Eduardo Giannetti: “Brasil está diante de uma encruzilhada em 2022” "Ele é candidato à Presidência e tem o meu voto", disse o presidente de honra do PSDB, apontando para Doria, durante evento que fez parte da agenda de comemorações pela reinauguração do Museu da Língua Portuguesa, em São Paulo. O governador riu e aplaudiu, em sinal de agradecimento. FHC provocou mal-estar no partido em maio após participar de um encontro privado com Lula, que foi divulgado pelo petista em suas redes sociais como uma conversa em que os dois discutiram a democracia brasileira "e o descaso do governo Bolsonaro no enfrentamento da pandemia". Na época, dirigentes tucanos reagiram mal e criticaram o ex-presidente pelo gesto, que foi considerado negativo para os esforços de construção de uma terceira via para o pleito de 2022. O PSDB terá prévias em novembro, disputadas por Doria, Eduardo Leite, Tasso Jereissati e Arthur Virgílio. Diante da celeuma, FHC foi às redes sociais na ocasião reafirmar sua posição para, segundo ele, "evitar más interpretações. "PSDB deve lançar candidato e o apoiarei; se não o levarmos ao segundo turno, neste caso não apoiarei o atual mandante, mas quem a ele se oponha, mesmo o Lula", escreveu. O ex-presidente tucano também teve uma reunião fechada com Doria dias após a publicação da foto com Lula. Segundo a coluna Painel, do jornal “Folha de S. Paulo”, FHC defendeu na conversa uma candidatura do partido em 2022 e a realização de prévias. A declaração de voto, neste sábado, foi feita na presença de uma plateia de convidados e de autoridades do Brasil e de outros países de língua portuguesa. Foto: Governo do Estado de SP Um dos políticos que estavam ao lado de Doria e Fernando Henrique era o ex-presidente Michel Temer (MDB), também entusiasta de uma alternativa à polarização entre Lula e Jair Bolsonaro prenunciada para as eleições do ano que vem. Doria tem se dedicado a uma intensa agenda para tentar obter maioria de votos entre filiados e políticos de seu partido na disputa interna. Filiações de prefeitos, divulgação de vídeo com o mote "João vacinador" e um site que disponibiliza material para militantes marcam a ofensiva do governador. Em viagens para buscar convencer seus pares a lhe darem a chance de concorrer ao Planalto, o paulista tem disparado críticas a Bolsonaro e a Lula, chamando-os de "negacionista" e "corrupto", respectivamente. Já o próprio Doria é apresentado como "vacinador", em referência ao empenho do Governo de São Paulo para fazer deslanchar a vacinação contra a covid-19 no estado e no Brasil, e "a cara limpa da paz e do consenso", alguém que "não viveu em berço de ouro" como se pensa. No período da divulgação da foto com Lula, membros do PT afirmaram que a aproximação era positiva porque ajudaria a reforçar a imagem de um candidato conciliador, que dialoga com forças distintas e respeita adversários, características que ele tem procurado exaltar para se contrapor ao atual presidente. Como mostrou a “Folha”, os pré-candidatos da chamada terceira via têm aparecido com índices tímidos nas pesquisas de opinião. O levantamento mais recente do Datafolha, de julho, mostrou que os nomes que são aposta desse campo são lembrados por um percentual ínfimo dos eleitores. Na pesquisa, Lula lidera com folga. Em um dos cenários simulados pelo instituto, o petista tem 46% e é seguido por Bolsonaro (25%), Ciro Gomes (PDT, 8%) e, em quarto lugar, Doria (5%). O governador paulista tem 37% de rejeição, empatado com Lula. Já Bolsonaro tem 59% dos eleitores a dizer que não votam nele de jeito nenhum. O tucano enfrenta grande dificuldade no Nordeste, onde alcança apenas 1% de intenção de votos. A pesquisa também mostrou Doria ultrapassando Bolsonaro em um eventual segundo turno, em que venceria por 46% a 35%. Em um embate direto com Lula, no entanto, o tucano perderia para o petista, com um placar de 56% a 22%.

Sem dívidas, Usiminas tira projeto da gaveta e faz planejamento para até 2030

O bom momento do mercado brasileiro de aço faz a siderúrgica retomar o projeto de uma nova linha de produtos galvanizados O bom momento do mercado brasileiro de aço, com perspectiva de consumo aparente de 26,6 milhões de toneladas neste ano, a Usiminas tirou da gaveta o projeto de uma nova linha de produtos galvanizados (material anticorrosão). O presidente da companhia, Sergio Leite, disse ao Valor que os estudos de viabilidade devem ser concluídos até o início de 2022. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Nova senadora, mãe de Ciro Nogueira é alvo de processos da Receita Federal

Aos 72 anos, Eliane Nogueira atua há décadas nos bastidores para ajudar a manter a tradição da família na política piauiense Jefferson Rudy/Agência Senado Aos 72 anos, Eliane Nogueira (PP-PI) assumiu pela primeira vez um cargo público com a missão de substituir o filho, o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, no Senado. De acordo com relatos, apesar de nunca ter ocupado uma função oficialmente, a nova senadora atua há décadas nos bastidores para ajudar a manter a tradição da família na política piauiense. Ela também participa dos negócios. Eliane é alvo de pelo menos dois processos da Receita e teve dinheiro vivo apreendido em operação da Polícia Federal que mirava o filho. Ao investigar suspeitas de sonegação fiscal envolvendo Nogueira, a Receita Federal detectou indícios do envolvimento de Eliane em transações irregulares feitas pelas empresas das quais é sócia. Em uma delas, cujo valor declarado em contrato foi R$ 1,2 milhão menor do que o valor efetivamente pago, ela foi a responsável pela assinatura do contrato. Um dos relatórios diz que “as empresas estão envolvidas em processos de confusão patrimonial, tendo algumas delas tentado camuflar valores pagos em transações comerciais e não esclarecido a origem das receitas auferidas”. Diante das suspeitas, a Receita Federal abriu dois processos contra Eliane em dezembro de 2017. Um foi um auto de infração, que visa cobrar valores supostamente sonegados. Outro é uma “representação fiscal para fins penais”, uma comunicação feita ao Ministério Público Federal para a investigação de possíveis crimes. Em 2019, durante operação da Polícia Federal contra Nogueira, Eliane teve dinheiro apreendido e recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para reaver a quantia — 11 mil euros e US$ 9 mil. A solicitação foi rejeitada pela ministra Rosa Weber, que escreveu que persistiam “dúvidas razoáveis sobre a licitude da origem da quantia apreendida”. Como senadora, além da remuneração de R$ 33,7 mil, Eliane terá direito a todos os benefícios do cargo, como dois salários adicionais para realizar a mudança para Brasília, cota parlamentar e plano de saúde. Na página da parlamentar no Senado, ainda sem foto, constam 53 servidores que devem trabalhar em seu gabinete. Nos bastidores da política, Eliane colaborava inicialmente com as campanhas do marido, Ciro Nogueira Lima, que faleceu em 2013. Depois fez o mesmo pelo filho e pela nora, Iracema Portella (PP-PI). Segundo pessoas ouvidas pelo jornal "O Globo", Eliane viajava em campanha para o interior, discursava e visitava a casa de apoiadores da família. Ainda assim, ela admite que ficou “espantada” ao ser convidada para disputar em 2018 na chapa do filho. “Lembro como se fosse ontem do dia em que fui escolhida para ser a primeira suplente de meu filho na chapa que concorreria ao Senado. Apesar de inicialmente espantada, reforcei que estou à disposição para fazer o melhor pelo povo do meu estado”, escreveu em uma rede social. A deputada Iracema Portella elogia a sogra. “Desde sempre, a Eliane foi muito ativa, tanto na questão empresarial como na questão política. Tenho certeza que terá uma atuação excelente como senadora. Eliane foi procurada via assessoria para comentar as acusações da Receita, mas não houve resposta.

Doria quer Cinemateca administrada por governo e Prefeitura de São Paulo

O governador de São Paulo anunciar que vai solicitar ao Ministério do Turismo que a Cinemateca Brasileira seja administrada conjuntamente pelo governo e pela Prefeitura de São Paulo O governador de São Paulo, João Doria, aproveitou a inauguração do Museu da Língua Portuguesa, neste sábado, para anunciar que vai solicitar ao Ministério do Turismo que a Cinemateca Brasileira seja administrada conjuntamente pelo governo e pela Prefeitura de São Paulo. O secretário estadual de cultura Sérgio Sá Leitão deve encaminhar a proposta ao governo federal já nesta segunda-feira. Na última quinta-feira (dia 29), um incêndio destruiu um galpão da Cinemateca, na Zona Oeste de São Paulo. “Nós podemos cuidar de tudo, financiar a recuperação da Cinemateca, garantir a sua operacionalidade e, principalmente os seus valores e a memória cinematográfica brasileira”, afirmou. Além do governador, estiveram presentes na cerimônia de reinauguração do Museu da Língua Portuguesa, no centro de São Paulo, os ex-presidentes Michel Temer e Fernando Henrique Cardosos. Convidado, o presidente Jair Bolsonaro não se manifestou sobre o evento. “Temos, aqui, a experiência real de ter vivido uma situação trágica, o incêndio que consumiu um interior deste museu. Fizemos a recuperação com o apoio do setor privado e agora, também com o setor privado, faremos a gestão”, afirmou Doria, referindo-se à obra de recuperação do museu, consumido parcialmente por um incêndio, em dezembro de 2015. Governo do Estado de SP Segundo ele e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, também presente na cerimônia, a Cinemateca sob gestão paulista era o sonho de Bruno Covas, prefeito da capital falecido em maio. “A Cinemateca já deveria há muito tempo ter sido transferida para a gestão do município ou do Estado. Dada a circunstância (do incêndio), se justifica ainda mais. A Cinemateca está aqui, é um teste público e cultural muito presente na vida da cidade e do Estado de São Paulo, embora ela atenda todo o país. Aqui, eu posso assegurar, nós cuidamos melhor da cultura do que o governo federal”, disse Doria. O governador afirmou ainda ter solicitado à Defesa Civil que fizesse vistorias no galpão incendiado e na sede da Cinemateca, na Zona Sul da cidade. Nesta sexta-feira (30), um dia após o incêndio, foi publicado no “Diário Oficial da União” um edital para a contratação de uma organização social para gerir a Cinemateca. O maior acervo do cinema nacional está há quase um ano sob administração direta do governo federal, que promete, desde a retomada das chaves do lugar, em 7 de agosto de 2020, contratar uma nova entidade para cuidar da casa. A informação foi antecipada pela coluna de Lauro Jardim, do jornal "O Globo". O chamamento público prevê um aporte de R$ 10 milhões anuais dos cofres federais para a nova entidade administrar a Cinemateca. O valor é cerca de 18% menor do que o previsto para 2020. Para o ano passado, a previsão orçamentária para a Cinemateca era de R$ 12.266.969. Esse valor já era inferior ao estimado para 2019, de aproximadamente R$ 13 milhões. O edital dá à organização social a ser escolhida o direito de permanecer por cinco anos no posto, de dezembro de 2021 a dezembro de 2026.

Onze partidos acionam TSE para Bolsonaro esclarecer declarações sobre urnas

Presidente admitiu não ter provas de que houve fraudes nas eleições de 2018 Onze partidos protocolaram um pedido de interpelação do presidente Jair Bolsonaro para que preste esclarecimentos e apresente eventuais documentos e provas das afirmações feitas na quinta-feira, durante live semanal, contra o sistema eleitoral brasileiro. LEIA MAIS: Bolsonaro impõe sigilo de cem anos sobre crachás dos filhos no Planalto Bolsonaro sinaliza que não seguirá apelo do Centrão sobre voto impresso Mourão diz que segue no governo Bolsonaro “até o fim” O pedido foi feito por Solidariedade, MDB, PT, PDT, PSDB, PSOL, REDE, Cidadania, PV, PSTU e PCdoB, enviado ao corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Luis Felipe Salomão, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na live, Bolsonaro admitiu não ter provas de que houve fraudes nas eleições de 2018. Em vez disso, disse ter apenas “indícios” de irregularidades nas urnas eletrônicas. O presidente embasou seus argumentos com vídeos de WhatsApp antigos e trechos de programas de TV editados e sem contexto. Também mostrou modelos matemáticos já contestados pelo TSE. Na petição, os partidos afirmam que, além de não ter comprovado qualquer fraude, como prometera, o presidente promoveu graves ataques às instituições da República, lançando acusações a autoridades públicas, antecipando debate eleitoral e utilizando-se de estrutura pública para palanque político. Marcelo Camargo/Agência Brasil

Bolsonaro impõe sigilo de cem anos sobre crachás dos filhos no Planalto

A existência dos cartões utilizados pelos filhos do presidente para ingressar na sede do governo foi informada pela própria Presidência da República O governo do presidente Jair Bolsonaro determinou o sigilo de cem anos sobre informações dos crachás de acesso ao Palácio do Planalto emitidos em nome dos filhos Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) e Eduardo Bolsonaro (PSL-SP). LEIA MAIS: Bolsonaro sinaliza que não seguirá apelo do Centrão sobre voto impresso Onze partidos acionam TSE para Bolsonaro esclarecer declarações sobre urnas Mourão diz que segue no governo Bolsonaro “até o fim” A existência dos cartões utilizados pelos filhos do presidente para ingressar na sede do governo foi informada pela própria Presidência da República, em documentos públicos enviados à CPI da Covid no último mês. As informações foram reveladas pela revista "Crusoé", que teve acesso aos documentos emitidos pela Secretaria-Geral da Presidência encaminhados por meio da LAI (Lei e Acesso à Informação). Geraldo Magela/Agência Senado/Arquivo Os termos citados pelo Planalto determinam que as informações pessoais relacionadas à "intimidade, vida privada, honra e imagem" terão acesso restrito, independente da classificação de sigilo. O prazo máximo estabelecido foi de cem anos. Entre abril de 2020 e junho de 2021, a Crusoé havia mostrado que o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro havia visitado o Palácio do Planalto 32 vezes. Outra planilha que teria sido elaborada pela Casa Civil mostra que o acesso ao terceiro andar do Planalto e ao gabinete da Presidência eram de livre acesso ao vereador do Rio. Já o deputado Eduardo Bolsonaro esteve no gabinete do pai em três momentos, todas concentradas no mês de abril de 2020. De acordo com o documento da Secretaria-Geral da Presidência que informa sobre existência de crachás: "As informações solicitadas dizem respeito à intimidade, à vida privada, à honra e à imagem dos familiares do senhor Presidente da República, que são protegidas com restrição de acesso, nos termos do artigo 31 da Lei nº 12.527, de 2011".

Mourão diz que segue no governo Bolsonaro “até o fim”

Nesta semana, o presidente voltou a manifestar o mal-estar na relação com o vice, que já foi excluído das principais reuniões de governo O vice-presidente Hamilton Mourão usou as suas redes sociais neste sábado para dizer que segue no governo Jair Bolsonaro “até o fim”. LEIA MAIS: Bolsonaro impõe sigilo de cem anos sobre acesso dos filhos ao Planalto Onze partidos acionam TSE para Bolsonaro esclarecer declarações sobre urnas Bolsonaro sinaliza que não seguirá apelo do Centrão sobre voto impresso “Desde 2018 tenho viajado pelo Brasil e muitas pessoas falam que votaram na chapa JB-Mourão por confiar em mim. Em respeito a essas pessoas e a mim mesmo, pois nunca abandonei uma missão, não importam as intercorrências, sigo neste governo até o fim”, disse Mourão em sua conta no Twitter. Initial plugin text Nesta semana, Bolsonaro voltou a manifestar o mal-estar na relação com o vice, que já foi excluído das principais reuniões de governo. “O Mourão faz o seu trabalho, tem uma independência muito grande. Por vezes aí atrapalha um pouco a gente, mas o vice é igual cunhado, né. Você casa e tem que aturar o cunhado do teu lado”, disse em entrevista à Rádio Arapuan, da Paraíba. Segundo a "CNN Brasil", Mourão foi aconselhado no início da semana por um general da reserva próximo a ele a renunciar ao cargo. O vice teria respondido que ainda não era o momento de deixar o governo. Romério Cunha/ VPR

Museu da Língua Portuguesa é inaugurado com Fafá de Belém declamando Fernando Pessoa

Local passou cinco anos e meio fechado devido a uma reforma que reconstruiu o prédio parcialmente destruído pelo fogo em dezembro de 2015 Após passar cinco anos e meio fechado e por uma reforma que reconstruiu o prédio parcialmente destruído pelo fogo em dezembro de 2015, o Museu da Língua Portuguesa reabriu neste sábado, em São Paulo, com uma cerimônia para as autoridades dos países de língua portuguesa. O Museu estará aberto ao público a partir desta segunda-feira. Além de autoridades paulistas, como governador João Doria, o secretário estadual de cultura, Sérgio Sá Leitão, e o prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, comparecerem ao evento os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Michel Temer e os presidentes de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, e de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca. Os ex-presidentes José Sarney, Fernando Collor de Mello, Luís Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff também foram convidados. Sarney não pode comparecer porque foi acometido por uma gripe. Lula e Dilma responderam ao convite com "cartas amáveis", segundo Doria. Collor não se manifestou. O presidente Jair Bolsonaro também ignorou o convite. “Infelizmente, ele preferiu passear de motocicleta em Presidente Prudente”, disse Doria, em referência à "motociata" da qual o presidente participa neste sábado, no interior paulista. Não foram poucas as alfinetadas ao governo federal ao longo da cerimônia. A começar pela escolha de Fafá de Belém para cantar o Hino Nacional. A cantora paraense, como bem lembrou a mestre de cerimônia Adriana Couto, participou ativamente da campanha das "Diretas Já", no fim da ditadura militar, e cantava o Hino Nacional nos comícios. Fafá também cantou o Hino Nacional Português e declamou um poema de Fernando Pessoa: "Ó mar salgado, quanto do teu sal/ São lágrimas de Portugal". "A minha pátria é a minha língua", bradou a cantora, ao final de sua apresentação. Edilson Dantas Edilson Dantas /Agência O Globo Em seu discurso, Doria afirmou que, na língua portuguesa, encontramos "vacinas" contra o "negacionismo" e a "pós-verdade": "vida", "trabalho", "ciência", democracia", "liberdade". O Museu da Língua Portuguesa recebeu a Ordem de Camões, honraria criada, em junho, pelo governo português, para homenagear pessoas e instituições que trabalham pela amizade dos povos lusófonos e a divulgação de seu idioma. "Uma língua é feita de milhões de almas", discursou o presidente de Portugal. "Aqui viemos para celebrar o futuro, pois é ele que nos desafia. Essa é uma celebração do nosso futuro, do futuro da nossa língua comum. E e em nome desse futuro que celebramos, agraciando o Museu da Língua Portuguesa com a Ordem de Camões." O Museu da Língua Portuguesa reabre com a exposição "Língua solta", que mistura obras de arte contemporânea assinadas por nomes como Arthur Bispo do Rosário, Leonilson e Jac Leirner com objetos de uso cotidiano que fazem referências à linguagem, como panos de pratos estampados com versículos bíblicos. O objetivo da exposição é mostrar como as palavras aparecem na arte tanto como marcadores de poder quanto como resistência. A reforma do museu consumiu R$ 81,4 milhões, levou quatro anos e foi entregue oficialmente em 16 de dezembro de 2019, mas a pandemia impediu a volta integral das atividades. Com a reabertura do espaço, os visitantes podem acessar um mezanino localizado na torre do relógio da Estação da Luz e avistar o Parque da Luz e a região central de São Paulo. O mezanino foi batizado em homenagem do arquiteto Paulo Mendes da Rocha, falecido em maio. O Museu passou por melhorias de infraestrutura para torná-lo mais seguro contra incêndios, como a instalação de sprinklers (chuveiros automáticos). O acervo é totalmente virtual e está preservado em backups externos. O projeto para restaurar e readequar o espaço foi elaborado pelo governo de São Paulo em parceria com a Fundação Roberto Marinho. Além de recursos públicos, o orçamento vem de patrocinadores privados, como a EDP (empresa portuguesa de distribuição de energia elétrica), patrocinador master, o Grupo Globo, o Grupo Itaú e a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Há apoios da Fundação Calouste Gulbenkian e do governo federal, por meio da Lei de Incentivo à Cultura.

Mudança em pagamento de precatórios seria ‘institucionalização do calote’, diz OAB

A área técnica do Ministério da Economia está assustada com as informações sobre o volume de precatórios que precisará ser incluído na peça orçamentária O Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou nota em que diz que uma mudança na sistemática de pagamento de precatórios (dívidas decorrentes de decisão judicial) representaria uma “tentativa de institucionalização do calote, para fins eleitoreiros”. Leia mais: Bomba fiscal com volume de precatórios assusta Economia Prestes a fechar o orçamento de 2022, a ser enviado até 31 de agosto, a área técnica do Ministério da Economia está assustada com as informações sobre o volume de precatórios que precisará ser incluído na peça orçamentária. O risco que entrou no radar é essa conta consumir todo espaço no teto de gastos e limitar o raio de ação do governo para ampliar despesas, entre elas o próprio novo Bolsa Família. Os números ainda não estavam finalizados, mas o cenário era de um volume bem maior do que os R$ 54,7 bilhões projetados para este ano, aproximando-se de R$ 90 bilhões. Na nota, a OAB diz que, em passado recente, a mera cogitação de mudança na sistemática de pagamento de dívidas dos entes públicos para fazer frente ao programa social do governo “ensejou imediata queda da Bolsa de Valores, seguida de firme resposta de instituições públicas e privadas, bem como de membros Congresso Nacional”. Leia também: Presidente do STF vai atuar em mediação de precatórios da União Enquanto discutiam a PEC Emergencial e a criação de um novo programa social no ano passado, o Ministério da Economia e o senador Marcio Bittar (MDB-AC) chegaram a negociar uma limitação do gasto com precatórios em 2% da receita total ao ano. A proposta foi interpretada como uma espécie de calote pelo mercado e foi abandonada. Na nota, a OAB diz que novamente o governo “invoca o montante da dívida da União como obstáculo ao pagamento de suas obrigações constitucionais e ao financiamento de programa social definindo-o como ‘meteoro’", em referência à fala do ministro da Economia, Paulo Guedes, sobre um “meteoro” pelo lado das despesas. “Entretanto, tais valores representam o pagamento de dívidas do Estado para com o cidadão, devidamente reconhecidas pelo Poder Judiciário brasileiro, após longo percurso processual, dentro das balizas da legalidade”, continua. Diz ainda estar “certa” de qualquer tentativa de mudança nos pagamentos “não encontrará respaldo no Congresso Nacional".

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