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Negociações da Nikola com empresas de energia paralisam após denúncia de fraude

Executivos da empresa disseram que um dos negócios seria firmado com a multinacional de energia BP As negociações entre a fabricante de caminhões elétricos Nikola e potenciais parceiros paralisaram após um relatório da Hindenburg Research apontar denúncias de fraude na companhia, praticadas pelo seu fundador Trevor Milton, no último dia 10. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Ouro cai pela 3ª sessão seguida e acumula queda de mais de 4% na semana

Metal segue pressionado pelo movimento de recuperação do dólar O ouro fechou em queda pela terceira sessão consecutiva e pela segunda vez nesta semana que as perdas diárias superaram 2%, levando o metal a cair aproximadamente 4,5% desde a última segunda-feira. Os preços dos contratos para dezembro caíram 2,05% na jornada desta quarta-feira, a US$ 1.868,40 a onça-troy, o menor patamar desde 22 de julho, segundo dados da FacSet. O metal segue pressionado pelo movimento de recuperação do dólar, que no momento tem atraído mais os investidores do que o ouro na hora de buscar segurança em dias de aversão ao risco. O índice DXY tem se movimentado na direção contrária do ouro e está na máxima de dois meses, subindo 0,22%, a 94,195. “A força do dólar está prejudicando a capacidade do ouro de ficar acima de US$ 1.900, embora, como em colapsos anteriores, as quedas sejam incentivadas por uma demanda substancial da comunidade financeira por dinheiro real. A demanda no varejo desacelerou, fornecendo interrupções em cascata”, afirmou em nota a clientes o estrategista-chefe da AxiCorp, Stephen Innes, destacando que no momento há uma menor demanda pela commodity na China e na Índia. Segundo analistas, embora os fundamentos de longo prazo sejam favoráveis ao ouro diante da incerteza à economia gerada pelo aumento de casos da covid-19 e a continuidade da política monetária flexível dos bancos centrais, o metal perdeu seu momento no curto prazo e pode cair ainda mais antes de tomar novo impulso. No ano, o ouro ainda acumula alta de 20%, embora anote queda de mais de 5% no mês de setembro até o momento. Paul Taggart/Bloomberg

Déficits nos países centrais não provocarão inflação, diz Oxford

Consultoria descarta período de inflações acima das metas e crises de dívidas soberanas Pixabay Os crescentes déficits orçamentários nas economias avançadas não levarão a uma aceleração da inflação, muito menos a crises de dívidas soberanas, disse Ben May, diretor de pesquisa global da Oxford Economics. De acordo com as estimativas da consultoria inglesa, os déficits foram, em média, de 20% dos Produtos Internos Brutos (PIBs) no segundo trimestre, e as previsões apontam para um aumento desse percentual em 2021. “Embora muitos tenham assinalado que um período de política orçamentária expansionista como um risco-chave para a inflação, a redução mais lenta dos déficits que prevemos não levará a automaticamente a um período de inflação acima da meta”, disse May. O executivo defende que políticas mais restritivas pelos bancos centrais compensariam uma eventual aceleração da inflação.

Brasil pode ter problemas se não melhorar agenda ambiental, diz Setubal

Para o presidente da Itaúsa, falta de uma atuação mais firme prejudica não só a imagem do país, mas também os negócios O Brasil poderá enfrentar problemas em setores importantes para a economia, como o agronegócio, se não melhorar na agenda ambiental. A afirmação foi feita hoje pelo presidente da Itaúsa, Alfredo Setubal, a jornalistas. "O governo atual tem feito uma atuação menos rigorosa que a de outros países, mas a sociedade civil tem reagido", afirmou. De acordo com Setubal, "este governo não tem, nem teve durante a campanha eleitoral, a parte ambiental como prioritária", mas as pessoas vêm cobrando isso. "Acho que a sociedade gostaria que a agenda ambiental fosse tão importante quanto a de crescimento e o combate à corrupção", acrescentou. As declarações vêm um dia depois de o presidente Jair Bolsonaro ter minimizado os problemas ambientais do país em discurso na ONU. O presidente da Itaúsa disse que "toda a sociedade" está vendo questões como o aquecimento global e procurado se posicionar. Ele ponderou que o Brasil ainda tem uma área preservada muito grande, mas disse que há pontos a ser melhorados. Setubal não fez uma crítica geral ao governo. Mencionou positivamente a atuação do vice-presidente Hamilton Mourão e da ministra do Meio Ambiente, Teresa Crisitina, e lembrou que o Congresso Nacional também tem sua dose de responsabilidade na questão ambiental. No entanto, para ele, a falta de uma atuação mais firme prejudica "não só a imagem do país, mas também os negócios". Como exemplo, lembrou que a União Europeia ameaça não assinar o acordo com o Mercosul por causa do "desleixo" na questão do ambiente, e disse que isso pode afetar o agronegócio, responsável por 25% do PIB. "Não podemos deixar isso de lado e não colocar na equação", afirmou. Governança Setubal também elogiou o programa de trainees só para negros lançado pelo Magazine Luiza, e que gerou polêmica por isso. “Companhias que só buscam o lucro, sem olhar para essas questões [socioambientais], terão dificuldade de se sustentar ao longo do tempo”, disse, em entrevista a jornalistas. De acordo com ele, as empresas investidas pela Itaúsa seguem há décadas princípios ambientais e de governança e vêm procurando incentivar a diversidade em seus quadros, mas é preciso fazer mais. “Temos que admitir que nosso programa de inclusão e diversidade ainda é pequeno. A gente tem trabalhado bastante nisso nos últimos anos”, disse. Alfredo Setubal, presidente da Itaúsa, diz que a questão ambiental precisa ser encarada com a mesma importância que o crescimento Ana Paula Paiva/Valor

Califórnia proibirá vendas de carros com motor a combustão em 2035

Estado americano é o mais agressivo no combate às emissões de poluentes por veículos Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

Assembleia do Rio abre sessão que vota relatório sobre impeachment de Witzel

Witzel é acusado de desvios na área da saúde durante a pandemia do novo coronavírus A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) começou nesta tarde os trabalhos da sessão que vota em plenário o relatório que requer o impeachment do governador Wilson Witzel (PSC), acusado de desvios na área da saúde durante a pandemia do novo coronavírus. O presidente da Casa, André Ceciliano (PT), perguntou aos líderes de partido quais parlamentares farão o uso da palavra de modo a reduzir o tempo da sessão. Inicialmente, a previsão era de que cada partido teria direito à fala de cinco deputados, por até uma hora por partido. Como a Casa conta com 25 partidos, a sessão poderia se estender até amanhã. Nesta quarta-feira, a defesa de Witzel voltou a pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) que suspenda o processo de impeachment em tramitação na Alerj. No recurso, a banca de advogados que representa Witzel pede para que o ministro Alexandre de Moraes, relator da ação, reconsidere a sua decisão de permitir o seguimento do processo na Alerj ou leve o caso para ser discutido pelo plenário da Primeira Turma do STF. Fernando Frazão/Agência Brasil

STF derruba leis estaduais que proibiam corte de energia de inadimplentes

Normas no Paraná e em Roraima, segundo ministros da Corte, usurparam a competência da União para legislar sobre serviços e instalações de energia elétrica Rosinei Coutinho/SCO/STF O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por 8 votos a 2, derrubar leis estaduais, no Paraná e em Roraima, que proibiam o corte de energia elétrica a consumidores inadimplentes. A maioria dos ministros entendeu que as normas usurparam a competência da União para legislar sobre serviços e instalações de energia elétrica. O julgamento ocorreu no plenário virtual. Prevaleceu o voto do relator, ministro Ricardo Lewandowski. “Em um sistema federativo equilibrado, não podem coexistir normas distintas que disciplinem matérias semelhantes. Se tal fosse admissível, veríamos grassar o caos normativo”, disse. Ele foi seguido pelos ministros Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Cármen Lúcia, Luiz Fux, Gilmar Mendes e Rosa Weber. Os ministros Edson Fachin e Marco Aurélio Mello divergiram. Para eles, as leis estaduais tinham caráter cooperativo em relação às normas federais sobre energia elétrica. O ministro Celso de Mello não participou, pois ainda está em licença médica. O resultado do julgamento atende a pedido da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee). O presidente da entidade, Wagner Ferreira, disse que as normas nos Estados geravam “desequilíbrio nas regras da operação e no próprio serviço, aumentando custos e impactando os consumidores de energia”.

MPF quer facilitar acesso de migrantes e moradores de rua a auxílio emergencial

União, Caixa e Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência são alvos de ação civil A União, a Caixa e a Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev) são alvos de uma ação civil pública na Justiça Federal para facilitar o acesso de moradores de rua e migrantes em condição vulnerável ao auxílio emergencial. A ação foi apresentada pelo Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público do Estado de São Paulo (MP-SP) e as Defensorias Públicas da União (DPU) e do Estado de São Paulo (DPESP). O pedido é para que sejam adotadas providências para melhorar o atendimento a esse público e solucionar problemas de quem não tem acesso a informação ou tecnologia para fazer os pedidos. Voluntário usa máscara contra o coronavírus ao distribuir alimentos a moradores de rua no centro de São Paulo AP Photo/Leo Correa As instituições requerem, por exemplo, que haja um calendário único para os saques das parcelas, independentemente de serem usados meios digitais ou físicos para o recebimento dos recursos. A ação também pede para que sejam realizados cursos para que gerentes e funcionários da Caixa sejam capacitados a lidar de maneira humanizada com moradores de rua e migrantes em condição vulnerável. Além disso, o banco estatal deverá disponibilizar ao menos um profissional de assistência social para cada agência da capital paulista e tradutor para auxiliar os estrangeiros que não falam português. “Ninguém pode ser tratado como pária em uma sociedade que constitucionalmente reconhece o tratamento com igualdade como um direito do cidadão. Negar o direito é negar a cidadania e invisibilizar questões imbricadas na oferta de proteção social, que tem forte elo com o racismo estrutural brasileiro, que é a mais exata expressão da desigualdade nacional”, afirmaram os autores da ação. Os órgão querem ainda que, ao fim do processo, a Caixa, a União e a Dataprev sejam condenadas ao pagamento de R$ 500 mil a título de indenização por danos morais coletivos. Caso a Justiça Federal acolha os demais pedidos, as instituições pleiteiam também a fixação de multa diária de R$ 50 mil se houver descumprimento das determinações.

Líderes de PT e PDT e Kátia Abreu declaram apoio à reeleição de Alcolumbre no Senado

Parlamentares manifestaram-se em plenário mesmo sem mudança de regra que permita recondução Mesmo sem ter ainda uma mudança de regra que permita a reeleição ao comando do Poder Legislativo, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), vai se consolidando como favorito para mais dois anos à frente da Casa. Na tarde desta quarta-feira, em sessão presencial do Senado, os líderes do PT, Rogério Carvalho (SE), do PDT, Weverton Rocha (MA), e a senadora e ex-ministra Kátia Abreu (PP-TO) fizeram questão de se manifestar publicamente, no plenário, em favor da permanência de Alcolumbre no posto. “Tudo que for feito será à luz do dia. Quem vai decidir quem ganha eleição ou não é o voto. Apoiei a PEC da reeleição e, se isso for possível, meu voto é seu”, declarou Kátia, que organizou ontem um jantar em sua residência com as presenças do ministro Gilmar Mendes (STF), dos senadores Eduardo Braga (AM) e Renan Calheiros (AL), ambos do MDB. Alcolumbre chegou no local ao final do encontro. Kátia Abreu: “Quem vai decidir quem ganha eleição ou não é o voto” Ruy Baron/Valor Líder do PT, Carvalho também deixou explícito que ele e a sigla devem apoiar Alcolumbre. “Entre a nova ou a velha política, eu fico com a boa política. A política da farsa, do discurso fácil, moralista, essa política não constrói o Brasil, não é a defesa de tese. Por isso, presidente, eu quero aqui, olhando nos seus olhos, dizer o seguinte: este ano, o Senado da República produziu, durante a pandemia, de forma remota, mais do que em uma legislatura inteira. E, se eu puder e tiver a oportunidade de dar um voto a vossa excelência, darei com muito gosto”, disse. Weverton foi na mesma linha. “Tem que fazer [a mudança] de maneira clara e o senhor terá o meu apoio. Se for candidato, pode contar com meu apoio”, afirmou. Alcolumbre tem feito uma maratona de encontros nesta semana para colocar de pé a estratégia para sua reeleição. Segundo interlocutores, ele esteve com cerca de 30 senadores nos últimos dias. Hoje pela manhã, Alcolumbre foi à casa do senador e presidente da Comissão de Assuntos Econômicos, Omar Aziz (PSD-AM).

Fusão com Unidas pode ser positiva para perfil de crédito da Localiza, diz Moody’s

Bradesco BBI mantém recomendação de compra das ações das companhias, mas Banco Safra rebaixou A combinação de negócios com a Unidas pode ser positiva para o crédito da Localiza no longo prazo, segundo Carolina Chimenti, vice-presidente assistente da agência de classificação de riscos Moody´s. Matéria exclusiva para assinantes. Para ter acesso completo, acesse o link da matéria e faça o seu cadastro.

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